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10 de abril de 2014
25 de outubro de 2013
* this moment *
Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:
"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week.
A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."
Marcadores:
Lado B,
this moment,
vida
21 de outubro de 2013
Tricô Filosófico
Tem horas que o fio enrosca. Olho para ele e o emaranhado nem
parece estar tããão enroscado assim.
Começo a desenroscar.
Puxa daqui, enrola dali, desenrola de lá, passa pelo meio...
Parece que está desenroscando, mas na verdade o progresso é bem pouco. Às vezes
parece até que enroscou mais.
Respiro, deixo um pouco de lado e volto a desenroscar.
Não adianta perder a calma (às vezes perco), nem reclamar (às vezes reclamo).
Não vale cortar o fio, tem que resolver direito.
Vou soltando, desenroscando até conseguir. Uma hora o novelo
solta.
...
Igual a vida, igual dentro de mim.
19 de setembro de 2013
Panetone, já?!
Será normal sentir um nó no estômago ao avistar uma pilha de panetones num hipermercado no meio de setembro?
Pois foi exatemente isso que senti ao ver o produto esta semana durante uma compra.
O nó no estômago foi por diversos motivos: irritação com a precocidade da oferta e com estratégias de venda inadequadas que nos tratam como bobos (interpretação minha, eu sei, mas foi assim mesmo que senti), a sensação de que o ano já vai chegando ao fim (mas já?!), angústias pessoais em relação ao tempo que voa... e por aí vai.
Uma coisa tão simples me despertou sentimentos (negativos) diversos. Eu sei que esta foi a minha leitura, o meu contexto, mas me incomodou muito ver aqueles panetones ali.
Na verdade, o panetone foi apenas o bode expiatório da vez: o que me incomoda mesmo é a pressa sem fim do mundo -- com a qual eu tento lidar da melhor maneira afinal estou aqui também, né?
Detalhe: eu a-do-ro panetone e aquela marca é a minha preferida, mas a falta de timing na oferta me causou reação inversa, em vez de pensar “Oba! Panetone!” e pegar um, eu desviei o olhar e fiquei remoendo sensações ruins.
Para mim a estratégia de venda marcou gol contra, mas eu posso estar sendo muito rabugenta e pode não ser assim com a maioria – de qualquer forma, provavelmente só vou comprar um deles lá para novembro.
Pois foi exatemente isso que senti ao ver o produto esta semana durante uma compra.
O nó no estômago foi por diversos motivos: irritação com a precocidade da oferta e com estratégias de venda inadequadas que nos tratam como bobos (interpretação minha, eu sei, mas foi assim mesmo que senti), a sensação de que o ano já vai chegando ao fim (mas já?!), angústias pessoais em relação ao tempo que voa... e por aí vai.
Uma coisa tão simples me despertou sentimentos (negativos) diversos. Eu sei que esta foi a minha leitura, o meu contexto, mas me incomodou muito ver aqueles panetones ali.
Na verdade, o panetone foi apenas o bode expiatório da vez: o que me incomoda mesmo é a pressa sem fim do mundo -- com a qual eu tento lidar da melhor maneira afinal estou aqui também, né?
Detalhe: eu a-do-ro panetone e aquela marca é a minha preferida, mas a falta de timing na oferta me causou reação inversa, em vez de pensar “Oba! Panetone!” e pegar um, eu desviei o olhar e fiquei remoendo sensações ruins.
Para mim a estratégia de venda marcou gol contra, mas eu posso estar sendo muito rabugenta e pode não ser assim com a maioria – de qualquer forma, provavelmente só vou comprar um deles lá para novembro.
26 de abril de 2013
Gratitude post
Enquanto preparo o café da manhã.
Enquanto lavo a louça ou cozinho.
Enquanto espero pelos filhotes nas aulas de natação ou nos cursos extra-escola.
Enquanto dirijo ou caminho.
Enquanto a vida acontece, eu ouço.
Ouço pessoas que me fazem sentir bem, me fazem olhar o mundo de múltiplas
maneiras. Me ajudam a iluminar meu lado escuro sem (tanto) receio e enxergá-lo de
frente para clarear meu lado iluminado.
Pessoas amalucadas, divertidas, calmas, sábias, interessantes, criativas,
produtivas. Pessoas sendo elas mesmas e mostrando com seu modo de viver que
quanto mais somos nós mesmos melhor estaremos – chavão que é a pura verdade.
Pessoas que me ensinam a ser mais confiante, intuitiva e feliz.
E o melhor: pessoas que me fazem ver que eu tenho tantas possibilidades
quanto elas (e você, e você...). São pessoas como eu!
A essas pessoas dedico este post, com imensa gratidão:
PS: e por elas ouso escrever em inglês logo abaixo. ;o)
...
While I prepare every
morning breakfast.
While I wash the dishes or
cook.
While I wait for my kids at
their extra school courses.
While I drive or walk.
While the life happens, I
listen.
I listen to those people
that make me feel good, make me look to the world in so multiple ways. They
help me to light my dark side without (so much) fear and to embrace it to
lighten up my shiny side.
They are beautifully crazy,
funny, calm, wise, interesting, creative and productive.
People being themselves and
showing with their own way to live that the more we are ourselves, the better
we´ll be – a so true cliche.
People that teach me to be
more confident, intuitive and happy.
And more: they make me see
that I´m full of possibities, just like them. They are people just like me!
(and you, and you…).
To them I dedicate this
gratitude post:
PS: and for them I dare
write in English here. ;o)
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brisa alegre,
Lado B,
vida
20 de dezembro de 2011
Proncovô?
Fim de ano, as festas logo aí.
Um cansaço monstro. Rumo indefinido.
Um gosto de estranhamento na boca.
O tempo voa e me deixa para trás.
Um cansaço monstro. Rumo indefinido.
Um gosto de estranhamento na boca.
O tempo voa e me deixa para trás.
30 de novembro de 2011
Lado A / Lado B
Foram várias as motivações que me levaram a montar um blog.
Relacionar as coisas bacanas que consigo realizar no dia a dia foi uma dessas motivações. Evidenciar o lado bom do que existe em meu mundo é muito compensador e traz uma energia bem legal para mim e para esse espaço virtual.
Maaaas... falar do que dá certo é fácil.
Difícil é falar sobre o que não está tão bom assim -- e esse foi um dos motivos que também me estimularam a blogar.
Por isso, aos poucos, vou procurar abordar questôes que me incomodam na tentativa de trocar ideias, de sentir que “não sou só eu” que sinto/ajo/penso de determinada forma.
Vou “etiquetar” esses posts de Lado B (o que já denuncia minha idade – sim sou do tempo do LP de vinil, que tinha lado A e lado B). ;o)
No Lado B, vou falar das dificuldades do meu mundo: impaciência com filhos e marido, mau humor, cansaço, da busca de um caminho para ser EU mesma de verdade...
Há pouco tempo ouvi um áudio (http://www.worldsbiggestsummit.com/?page_id=868) que mexeu muito comigo. Nele, Lucy (http://dreamingaloudnet.blogspot.com) fala sobre o "lado sombra" das mulheres criativas.
Resumindo: Lucy explica como podemos virar um *monstro* quando não nutrimos nosso lado criativo. Para anular a força desse nosso lado sombrio, ela ensina a honrá-lo – nunca ignorá-lo -- além de, é claro, nutrir o nosso lado mais luminoso e criativo.
Foi após ouvir Lucy que me permiti blogar novamente.
Foi graças a meu Lado B que comecei a “passarinhar” meu Passarim. E justamente por isso, o meu Lado B vai ter seu espaço próprio.
Conhecer melhor minha sombra, me ajuda a criar.
Honrar meu lado sombrio ilumina meu lado radiante.
Relacionar as coisas bacanas que consigo realizar no dia a dia foi uma dessas motivações. Evidenciar o lado bom do que existe em meu mundo é muito compensador e traz uma energia bem legal para mim e para esse espaço virtual.
Maaaas... falar do que dá certo é fácil.
Difícil é falar sobre o que não está tão bom assim -- e esse foi um dos motivos que também me estimularam a blogar.
Por isso, aos poucos, vou procurar abordar questôes que me incomodam na tentativa de trocar ideias, de sentir que “não sou só eu” que sinto/ajo/penso de determinada forma.
Vou “etiquetar” esses posts de Lado B (o que já denuncia minha idade – sim sou do tempo do LP de vinil, que tinha lado A e lado B). ;o)
No Lado B, vou falar das dificuldades do meu mundo: impaciência com filhos e marido, mau humor, cansaço, da busca de um caminho para ser EU mesma de verdade...
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Há pouco tempo ouvi um áudio (http://www.worldsbiggestsummit.com/?page_id=868) que mexeu muito comigo. Nele, Lucy (http://dreamingaloudnet.blogspot.com) fala sobre o "lado sombra" das mulheres criativas.
Resumindo: Lucy explica como podemos virar um *monstro* quando não nutrimos nosso lado criativo. Para anular a força desse nosso lado sombrio, ela ensina a honrá-lo – nunca ignorá-lo -- além de, é claro, nutrir o nosso lado mais luminoso e criativo.
Foi após ouvir Lucy que me permiti blogar novamente.
Foi graças a meu Lado B que comecei a “passarinhar” meu Passarim. E justamente por isso, o meu Lado B vai ter seu espaço próprio.
Conhecer melhor minha sombra, me ajuda a criar.
Honrar meu lado sombrio ilumina meu lado radiante.
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