Mostrando postagens com marcador mão na massa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mão na massa. Mostrar todas as postagens

23 de junho de 2017

Espalhando ao vento



Este cantinho andou quieto por um booom tempo.
Por aqui bateu um vento forte que deu uma boa revirada no ninho.
A vida mudou um tanto, mas segue cheia de desafios e bonitezas.

Mesmo sem postar por aqui, sigo eventualmente postando no Instagram. Coloco lá, uma imagem e um texto curto. Bem do jeito que eu gosto, ao estilo de minhas antigas postagens *this moment*.

Ultimamente tenho trabalhado firme para retomar meu trabalho online. Site, blog, Instagram, Facebook... Estou integrando tudo e procurando organizar minhas ideias e criações. E o mais importante: comecei a divulgar e contar para todo mundo o que eu faço.

Seguindo a frase divertida do "cara da buzina": "quem não comunica, se estrumbica" -- comecei a me comunicar!

Por isso passei para contar o que ando fazendo e deixar o convite para quem desejar conhecer minhas novas criações, visitar meu site Passarim que é ligado a este blog.

Conheça meus trabalhos, inscreva-se em minha lista de emails, conte para quem você gosta.
Eu agradeço 💜

1 de junho de 2016

Instagram

Ops!

Consegui colocar uma galeria com as imagens do Instagram aí ao lado.
Convido quem passar por aqui a conhecer meu Mundo Ilustrado.
Serão 30 dias de desafio! Eu e um monte de gente cheia de ideias já embarcamos.

Vai lá!
Quem sabe você se inspira também e entra na brincadeira. :o)

Meus pios no Instagram! ;o)

31 de maio de 2016

30 ideias em 30 dias



Este é o desafio criativo proposto pela Rafa Cappai, do site Espaçonave.
#30ideias30dias
Embarquei e estou começando amanhã.

O meu tema será "Mundo Ilustrado".
Minha proposta é ilustrar sem riscar, sem pintar, sem desenhar.
Criar ilustrações com o que estiver à mão. Transformar uma coisa em outra através da imagem formada.

Para começar inspirando, ilustro este post com uma foto que fiz há quase um ano brincando com as flores caídas de um ipê-roxo que sempre me faz feliz ao florescer.

E o desafio dentro do desafio foi criar outro canal (ui!). Eu que não ando muito constante por aqui, agora tenho também um Instagram. As #30ideias30dias vão rolar por , mas virei dar notícias por aqui sempre que der.

Estou empolgada -- e com um friozinho na barriga...
Que a disciplina esteja comigo!


25 de abril de 2016

Oásis entre linhas


Mães e avós. Mulheres.
Mãos, desenhos, riscos, ideias.
Tecidos, linhas e agulhas.


Aprendizado compartilhado, distribuído e comemorado.
Duas horas por semana de pausa. Presença total no momento.


Um oásis nas entrelinhas do dia-a-dia.

4 de fevereiro de 2015

Há 10 anos...

Para iniciar 2015 por aqui e em homenagem a Iemanjá (festejada no dia 02 de fevereiro), fui buscar esta foto.

Um quadrado que fiz em contribuição ao projeto Tsunami Quilt.



Iemanjá sob o céu estrelado.
À direita, o Cruzeiro do Sul e à esquerda, abaixo da lua, as Três Marias.

Aqui ela aparece numa foto postada pela organizadora, costurada (à direita) em meio a outros quadrados do mundo todo:




...

Assustei ao ver que isso foi há 10 (deeez!) anos!
Muitas águas passaram...

24 de outubro de 2014

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words -
capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment.
A moment I want to pause, savor and remember."

***

1 de outubro de 2014

Uma receita lembrete




Mais que um compartilhamento de receita este post é um lembrete para mim mesma.
Posto uma mistura que surgiu num jantar rápido que fiz dia destes. Aqui no ninho gostamos do resultado, mas se bem me conheço, nunca mais lembrarei de repeti-lo se não anotar direitinho. A improvisação na cozinha tem destas coisas...

Carinhosamente chamamos este prato de “parafuso com tudo misturado”, mas como é muito mais legal inventar um nome imponente... Apresento o:

Fusilli colorato com cubos de ricota acompanhados por abobrinha em lâminas


Ingredientes
pesto de agrião e alho em azeite
cenoura em fios
azeitona verde em rodelas
azeitona portuguesa em rodelas
paio cozido cortado em cubos (usei bem pouco só pra tapear o marido carnívoro. Ficou bom, mas é dispensável)
ricota cortada em cubos e temperada com um pouco de sal
para coroar, abobrinha em lâminas

Pesto de agrião
Agrião bem picadinho como o desta receita + um dente de alho espremido + uma porção generosa de azeite.

Abobrinha em lâminas
Lave bem as abobrinhas e corte-as bem finas, no comprimento. Coloque-as em uma forma refratária em camadas, salpicando sal e regando com um pouco de azeite e 1 dente de alho amassado. Leve ao forno ou ao microondas por alguns minutos. Para 2 abobrinhas médias  5 minutos em potência alta no microondas foram o suficiente. Ficaram no ponto: cozidas, mas tenras.

Preparo do prato
Cozinhe o fusilli e assim que escorrer a água junte o pesto e misture bem. Adicione então a cenoura, as azeitonas e o paio. Misture. Por fim junte a ricota que deve ser misturada com delicadeza para não desmanchar demais.
No prato, a abobrinha chega para fazer companhia.
Sirva imediatamente.



Dicas
  • Para fazer a cenoura em fios uso uma espécie de ralador que se encontra nos empórios japoneses (foto à direita).
  • Usei uma ricota bem densa para que não se desmanchasse facilmente.
  • Este fusilli ficou bom quente mas também ficou ó-te-mo no dia seguinte, frio mesmo. Foi a sobra dele que posou para as fotos que ilustram este post antes de ser definitivamente consumida por mim.


Mangia!  ;o)

26 de setembro de 2014

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single Two photos - no words -
capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment.
A moment I want to pause, savor and remember."

***





16 de setembro de 2014

Tempo para fuxicar


E não é que encontrei um tempinho para fuxicar?
Nunca tinha feito fuxico...
Oooh, que moça virtuosa!, você pode pensar.  
Virtuosa e prendada, digo eu. (hohoho!)

Pois voltando ao fuxico... agora, a pedido da escola, me coloco a fuxicar sempre que posso, nas esperas.

Sou perita em transformar esperas em momentos para mim: costuro, leio, tricoto, escrevo, fotografo...
Quando não tenho o que fazer em um momento de espera (tipo fila em mercado, onde até leio), foco na respiração consciente.

É o meu tempo vago entre a rotina.
Adoro esperas produtivas!

3 de setembro de 2014

Usando de novo




As caixas de papelão são uma constante aqui no ninho.
Já falei sobre elas aqui e agora retomo o tema para compartilhar uma dica que ajuda muito na hora de organizar brinquedos.

Com a atual disponibilidade de caixas resistentes em mercados e hortifrutis, a reutilização desse material fica irresistível (pelo menos para mim). Alguns tipos de caixa são até mais reforçados do que os vendidos em papelarias.

A nossa preferida é uma caixa feita de papelão muito grosso, que transporta maracujá. Além de forte, pode ser virada do avesso (escondendo assim o impresso estampado nela), tem furos laterais para ser carregada e o melhor: vem com tampa! Perfeita para guardar brinquedos -- ou o que for preciso.

Na última leva decidimos pintá-la.




Nosso passo a passo:

1. Aproveite a ida ao mercado/hortifruti para trazer algumas caixas (a foto ao lado mostra a caixa já sendo explorado logo que chegou).

2. Desmonte a caixa (ela é toda dobrável, não tem cola, adesivos ou grampos).


3. Um paninho umedecido para limpar cai bem (sabe-se lá por onde ela andou...)

4. Monte a caixa deixando o avesso para fora e o impresso para dentro. Você terá toda a área externa sem nada escrito ou desenhado.


4. Pinte à vontade (usamos guache).


5. Deixe secar e utilize a seu gosto.


Obs: no início as partes internas não ficam tão bem encaixadas, mas com o tempo as dobras assentam e fica tudo encaixadinho.

É isso! Nas próximas compras, olho nas caixas de maracujá. ;o)

7 de agosto de 2014

Quase de volta


Estou quase conseguindo...
O site já está atualizado, agora falta voltar a piar por aqui.

Enquanto isso deixo a ilustração do calendário de agosto para alegrar o blog-ninho -- e um pouquinho dos bastidores da produção dela.



3 de maio de 2014

Criações ao vento também na cozinha



Já falei um pouco aqui sobre como é meu estilo na cozinha: meio intuitivo e experimental.
Em geral gosto de pratos rápidos e práticos, com ingredientes que alimentam o corpo e empolgam o paladar. Sou fã dos pratos únicos. Não sou muito de consultar receitas, mas gosto de passear de vez em quando por blogs culinários para me inspirar.

Meu negócio é pegar o conceito da receita e usar o que tenho à mão sem medidas muito exatas, por isso vou tentar ser o mais precisa possível ao dar esta receita.
Não me lembro bem como ela surgiu, mas nela juntei vários ingredientes que gostamos aqui em casa e o resultado agradou a todos.
A maior proeza deste prato é agradar inclusive ao mais carnívoro dos maridos (o meu!). Este penne com shimeji tem o poder de saciar este homem que não fica sem carne. Talvez outros carnívoros reajam da mesma forma.

Feita a introdução, vamos à receita!  ;o)

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Penne com shimeji

Ingredientes
400 grs de penne (uso o grano duro)
2 bandejinhas de shimeji branco
1 punhado generoso de agrião
½ xícara de azeitonas pretas*
½ xícara de azeite
400 grs de tomatinhos*

*já utilizei diversos tipos de azeitona: portuguesa, azapa, nevadilha... também já usei o tomate cereja e o sweet grape...  cada qualidade de azeitona ou de tomatinho tem um sabor bem característico, nós gostamos de todas as misturas até agora. Sugestão: vá testando de acordo com o seu paladar – ou com o ingrediente que estiver mais a mão.


Modo de fazer
Numa panela grande coloque a água da massa para ferver.
Enquanto esta água aquece e o macarrão cozinha, dá tempo suficiente de preparar o “molho” -- assim tudo ao mesmo tempo, no final é só sentar e nham!

Lave o shimeji em água corrente e tire o miolinho mais duro do”ramo” de cogumelos. Separe um pouco os raminhos cortando-os com a faca. Coloque tudo numa frigideira anti-aderente com tampa. Cozinhe o shimeji sem nada (não é necessário acrescentar nem água, nem azeite, nem manteiga. Na-da). Basta uns 5 minutos na frigideira e ele solta uma aguinha. Quando espetar o garfo e estiver macio está pronto, é rapidinho.
Dica: não deixe a água secar porque ela é super saborosa e cai bem com o penne. Salgue a gosto após desligar o fogo.
Reserve.

Pique bem miudinho uma boa quantidade de agrião (já lavado). Pode exagerar porque ele vai reduzir bastante de volume depois de picado além de murchar com o calor da massa.

Descaroce as azeitonas e pique-as como o agrião. Vai virar uma pasta de azeitona.

Junte: o agrião, a azeitona e o azeite. Misture bem.  (Essa parte da receita tem o mesmo conceito do pesto. Talvez dê certo juntar tudo no liquidificador, nunca tentei. Prefiro picar tudo na faca como boa filha de italiano que gosta de cozinhar.)

Lave os tomatinhos, escorra-os e corte-os ao meio.
Reserve.

Tá de olho na água? Ferveu? Acrescente sal a gosto e coloque a massa para cozinhar.
Fique de olho no ponto de sua preferência (aqui deixamos al dente). Escorra a massa assim estiver pronta e coloque-a de volta na panela quente (assim você aproveita o calor). Fogo desligado.

Agora começa a farra: junte o shimeji e o pesto de agrião e azeitona. Misture bem.


Sirva numa tigela para que cada um se sirva ou monte os pratos individuais. 
Após colocar o penne nos pratos, por cima coloque os tomatinhos. Desta forma eles não vão murchar com o calor.


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Dicas finais:
  • Aqui em São Paulo, o Shimeji branco e todos os outros tipos de cogumelos frescos são ótimos de comprar em empórios japoneses. Normalmente são frescos e bem mais baratos que os de mercados e hortifrutis.
  • Este prato também pode ser consumido frio ou à temperatura ambiente nos dias mais quentes.
É isso! 
Bom apetite! :o)

7 de abril de 2014

Calendário 2014



Ainda não falei aqui sobre o calendário deste ano.
Para quem ainda não conhece, desenvolvo a cada mês um calendário digital para presentear os assinantes do jornal Passarinhando. Ano passado, inaugurando meu site, o tema foi “passarinhos de São Paulo”.

Agora, em 2014, o tema é “BRINCAR” e a inspiração vem das fotos que faço de meus filhos em nosso dia a dia.
Gosto de fotografar momentos. Aqueles momentos que acontecem espontaneamente, sem pose e que expressam uma situação gostosa que, se não ficarmos atentos, passa despercebida em meio à rotina.

O ato de transformar estas fotos em desenho já é por si só uma brincadeira e tem sido bem legal tentar transpor para uma ilustração o sentimento capturado.

Faço a ilustração e mostro para os filhotes.
A filha observa os desenhos com seu jeito intenso de olhar e já diz o que gostou e o que não gostou. Percebo seus olhos analisando cada detalhe e me divirto.
O moleque me enche a bola: “você desenha bem, mãe.” :oD
Não sei se desenho bem ou não. Só sei que eles são meus principais mestres.

...

O tema de abril é “bolinha de sabão”:



Em fevereiro foi “mar” e em março “massinha e fatasias”.


...

E preciso falar que este mês o jornal veio com um passo a passo em video ensinando a fazer “Ojo de Dios”. Eu e o filhote colocamos as mãos na massa e tecemos um video bacaninha.

...

A brincadeira está boa!
Se você também quiser “BRINCAR” e tecer, vai lá. ;o)

4 de abril de 2014

* this moment *

 Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words -
capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment.
A moment I want to pause, savor and remember."


***


1 de abril de 2014

Colchas de Retalhos


Há “algum tempo” comecei a costurar minhas primeiras colchas de retalhos.
Coloquei a mão na massa e fui costurando de orelhada, sem técnica alguma; fui costurando pelo simples prazer de costurar, sem maiores expectativas.

Passado o arroubo inicial quando a costura rendeu, elas ficaram no armário, aguardando a vez de voltarem para a máquina de costura. Resultado: juntando minha falta de tempo com o meu desconhecimento em acabamentos de colchas, elas ficaram um tempão esperando.

A hora de retomá-las chegou quando assisti a este curso muito bacana com a Fá Giandoso, na EduK. Ela ensinou de forma muito gostosa diversas técnicas de pathwork e o principal: com ela aprendi a fazer viés com qualquer tecido! Justamente o que eu precisava para terminar as colchas.

Nota: viés era para mim um daqueles bichos de 7 cabeças: algo que só mãos muito habilidosas conseguem fazer. (É bem certo que nunca havia nem tentado aprender como se fazia, mas eu nem procurava descobrir tamanha a minha certeza de que “não... acho que eu não consigo fazer isso...”. Mas olha só: de supetão eu aprendi – e nem doeu! Não só aprendi como adorei fazer.)

Aí sim! Me joguei nas colchas e aproveitando um tempinho aqui outro ali terminei as duas.
Uma para ele. Outra para ela.

A dele terminei em plena pescaria (quem não pesca lê, tricota, costura...):



Reparem no "totally crazy quilting", costuras ao léu. :oD


A dela, às véspera do seu aniversário.




Costurei sem lenço e sem documento, livre leve e solta, sem medir, sem escolher linha, sem comprar tecidos e fiquei feliz da vida com o resultado!

E não fui só eu que gostei:






A intenção era fazer colchas para brincar com os bonecos, mas elas ficaram meio grandinhas então os filhotes as têm usado à noite para dormir, deixando os pés de fora. (Não preciso nem dizer que fiquei num orgulho só!).

Próximo passo: 2 colchas para a cama dos dois e depois... 1 para a nossa cama. (Uia!)

21 de março de 2014

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

***


20 de março de 2014

Sucos em caixinhas


 
Sou daquelas pessoas que lêem rótulos, que procuram aquelas letrinhas minúsculas (aquelas que começam – ai! – a se embaralhar em minha visão...). Aquelas letrinhas que dizem o que é que tem dentro daquele alimento empacotado em minhas mãos.
Já desisti de comprar coisas banais depois de ler a composição dos ingredientes. Outras coisas eu compro apesar dos ingredientes porque não consigo evitar tudo. Mas compro consciente de que lá naquela bisnaguinha, por exemplo, tem ingredientes que eu preferia que não tivessem.

Com sucos de caixinha sempre fui mais radical. Evito ao máximo enviá-los de lanche para as crianças – e muito menos tomá-los em casa. Esporadicamente eles levam uma caixinha na lancheira porque vêem outras crianças e me pedem para mandar igual – ou para (me) facilitar em um dia mais corrido ou de preguiça maior. Nessas ocasiões mando os tais sucos tranquila porque afinal não é a regra. Mas vamos lá... é bacana ter a caixinha igual à do amigo e de veeez em quaaando tudo bem, né?

O que eu costumo enviar no lanche da escola – ou levar nos picnics:
  • Suco de uva integral e sem açúcar (de várias marcas Aurora, Campo Largo, Oba, Salton...): sempre usei muito, mas agora eles enjoaram... :o/. Metade suco, metade água e está pronto!
  • Natural de maracujá (o preferido): muuuito fácil de fazer e aguenta bem o sabor por horas. 1 maracujá + 1 litro de água + um pouco de açúcar. Bateu, coou e está pronto – para tomar em casa eu nem passo no coador, gostamos das sementinhas.
  • Natural de Goiaba: fruta + água + um pouco de açúcar. Bateu, coou e está pronto.
  • Natural de mamão ou de morango: idem.
  • Natural de abacaxi ou de melancia: estes não precisam de açúcar, sendo que a melancia não precisa nem de água, é só bater.
  • Laranja natural: dá (muito) mais trabalho, mas já mandei.
  • Houve uma época que usei os concentrados da Maguary, mas quando dei mais atenção ao rótulo parei. Agora só eventualmente.

Na minha leiga opnião, penso que um suco natural – mesmo que não seja feito na hora – deve ser bem melhor que o caldo de ingredientes suspeitos que tem nos sucos encaixotados.

E não é só a saúde dos pequenos que está sendo beneficiada. O paladar também agradece porque apesar deles pedirem os tais sucos vez ou outra, nem eles mesmos gostam: levam um tempão para tomar uma caixinha e muitas vezes deixam sobrar.

Sabor natural x aroma natural (ou pior: aroma artificial "idêntico" ao natural)... Não dá para comparar.

 ...

Se você ficou pensando sobre isso, dá só uma olhada nesta campanha do Idec: Agite(-se) antes de beber

19 de março de 2014

Abacateiro II

De vez em quando passamos para visitar o abacateiro. (Lembra? Aqueeele que vivia na nossa minúscula varanda?)
Às vezes o mato está alto e não dá para avistá-lo, mas quando a praça é limpa... Olha lá ele!




Crescendo, junto com diversas outras mudas plantadas na mesma época por um senhor do bairro.

18 de março de 2014

Hi-yo, Silver!

Outro dia, enquanto eu conseguia um tempinho para costurar, meu marido contava sobre o Zorro para os filhotes. Falava de como ele deixava sua marca com a espada, da sua capa e máscara pretas.
Enquanto ele falava olhei para uma calça preta que usei até não poder mais e que virou uma capa de mago para o T. no carnaval. Com os retalhos, surgiu uma fantasia à jato para essa figurinha:

Um Zorro com direito a espada de jornal! :oD

29 de novembro de 2013

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

***