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14 de maio de 2014

Somos gateiros

"gateiro
(ga.tei.ro)
a.
1. Diz-se de pessoa que gosta de gatos, que é amiga dos gatos"
Aulete Uol
Quando comecei a pensar em ter um gato, a internet foi minha maior aliada na busca de informações. Pesquisei seus hábitos, seus comportamentos, tentei entender um pouco o que era ter um gato em casa antes de ter um.
Essas informações “internáuticas” -- que em grande parte eram depoimentos de pessoas que convivem com felinos --, nos ajudaram a decidir pela adoção de um gato, na verdade gatA, já imaginando mais ou menos como seria a experiência.
Por isso, aos poucos, farei alguns posts contando como foi (e é) nossa experiência com gatos e, quem sabe assim, também ajudo futuros gateiros a tomarem sua decisão.

Cresci praticamente sem ter contato com gatos – meu marido também. O único felino que passou pela minha infância vivia na casa da minha nonna e deve ter morrido quando eu ainda era muito pequena.
Não havia nenhum gato de estimação por perto nem na casa de parentes, nem de amigos.
Havia alguns gatos que frequentavam nosso quintal (principalmente à noite) e não eram muito bem-vindos devido ao barulho que faziam em plena madrugada. Geralmente eram espantados com esguichos de água pelo meu pai.

O que eu ouvia esparsamente sobre de gatos era que (repare nas aspas!): “eram traiçoeiros, não se apegavam aos donos, eram interesseiros”... Alguns estereótipos equivocados que me faziam ter medo deles e sequer considerar a possibilidade de ter um bichano de estimação.
O tempo passou e quando decidimos ter um bichinho de estimação por perto a melhor alternativa acabou sendo... um gato, quem diria!

Eu andava de olho e prestava atenção a vários cat lovers da blogosfera e minha opnião a respeito dos gatinhos estava bem mais aprimorada e o melhor: limpa de preconceitos.
Todos com quem eu conversava me recomendavam ter um gato em função do nosso pouco espaço, do pouco trabalho para cuidar deles, de sua boa adaptação com crianças...

A ideia foi se estabelecendo e finalmente adotamos uma gatinha. E... foi demais!
Com certeza a melhor escolha: em uma semana já éramos totalmente gateiros. Ficamos encantados com o fato de termos uma felina ronronando pelo apê.
Nós quatro nos derretemos com a inteligência, elegância e fofura de nossa primeira filhotinha:
brincalhona, carinhosa e linda.

Resultado: somos gateiros há 4 e desde a primeira adoção, acho que nunca mais ficaremos sem um gato em casa.

 

1 de abril de 2014

Colchas de Retalhos


Há “algum tempo” comecei a costurar minhas primeiras colchas de retalhos.
Coloquei a mão na massa e fui costurando de orelhada, sem técnica alguma; fui costurando pelo simples prazer de costurar, sem maiores expectativas.

Passado o arroubo inicial quando a costura rendeu, elas ficaram no armário, aguardando a vez de voltarem para a máquina de costura. Resultado: juntando minha falta de tempo com o meu desconhecimento em acabamentos de colchas, elas ficaram um tempão esperando.

A hora de retomá-las chegou quando assisti a este curso muito bacana com a Fá Giandoso, na EduK. Ela ensinou de forma muito gostosa diversas técnicas de pathwork e o principal: com ela aprendi a fazer viés com qualquer tecido! Justamente o que eu precisava para terminar as colchas.

Nota: viés era para mim um daqueles bichos de 7 cabeças: algo que só mãos muito habilidosas conseguem fazer. (É bem certo que nunca havia nem tentado aprender como se fazia, mas eu nem procurava descobrir tamanha a minha certeza de que “não... acho que eu não consigo fazer isso...”. Mas olha só: de supetão eu aprendi – e nem doeu! Não só aprendi como adorei fazer.)

Aí sim! Me joguei nas colchas e aproveitando um tempinho aqui outro ali terminei as duas.
Uma para ele. Outra para ela.

A dele terminei em plena pescaria (quem não pesca lê, tricota, costura...):



Reparem no "totally crazy quilting", costuras ao léu. :oD


A dela, às véspera do seu aniversário.




Costurei sem lenço e sem documento, livre leve e solta, sem medir, sem escolher linha, sem comprar tecidos e fiquei feliz da vida com o resultado!

E não fui só eu que gostei:






A intenção era fazer colchas para brincar com os bonecos, mas elas ficaram meio grandinhas então os filhotes as têm usado à noite para dormir, deixando os pés de fora. (Não preciso nem dizer que fiquei num orgulho só!).

Próximo passo: 2 colchas para a cama dos dois e depois... 1 para a nossa cama. (Uia!)

14 de maio de 2013

Costuras



Uma sacola de pano feita em parceria com os filhotes. 
Eu costurei, eles desenharam.





Minha mãe ganhou.


***
Bônus: a curiosidade da gata. 


 

26 de março de 2013

Felinos e moleques de 5

O comportamento dos meninos de 4, 5 anos e dos felinos é bem parecido em alguns momentos.

 


Aparece um insetinho voando na sala: lá estão os dois na cola do coitado.

Hora de arrumar a cama: a roupa de cama é erguida no ar e, antes que toque o colchão, já tem um moleque ou uma felina (ou os dois!) embaixo das cobertas.

Sem contar os brinquedos (para gatos) pendurados pela casa que o moleque resolve testar, puxar, jogar -- chegam a disputar os objetos (dela e dele).

... 

Mas quando ela resolve tirar aquela soneca que só os felinos sabem dar, vem ele derretido me chamar:

-- Mãe, olha... Tira uma foto dela? :o)
 
 

27 de setembro de 2012

Tentando...



...Meditar.

19 de setembro de 2012

10 de agosto de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:
"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

***

4 de julho de 2012

Pombas!

E a gatinha de apartamento ganha ares de onça da mata.

23 de março de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

***

15 de dezembro de 2011

Lê de novo?


Outro livro muito bacana que nos chegou através da escola das crianças: “A velhinha que dava nome às coisas”, de Cynthia Rylant.
De uma maneira leve e poética fala sobre a solidão, a amizade e perdas comuns à vida.
Daqueles para ler e ler e reler.