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11 de abril de 2016

Amizade platônica



Nas férias de verão, buscando uma leitura gostosa para os momentos de areia, sal e mar, voltei a um livro lido 2 anos atrás: “A assinatura de todas as coisas”, de Elizabeth Gilbert.
Durante esta segunda leitura constatei que na primeira vez que o li, simplesmente devorei a história (ainda se usa estória?... Este livro é uma ficção).

Desta vez, sem a ansiedade de saber o que vem a seguir, pude saboreá-lo.
O livro é genial. Os personagens são saborosos, a história envolvente, as lições de vida naturalmente sábias. Recomendo fortemente sua leitura.

O que Elizabeth Gilbert escreve, seja ficção ou não, geralmente me toca.
“Comer, rezar, amar”, me arrebatou (parênteses para ignorar o filme, que considero decepcionante...); “Comprometida”, achei interessante, mas sem grande alarde; e “A assinatura de todas as coisas”, bom... acabo de registrar acima. Atualmente estou lendo "Grande Magia", seu livro mais recente... de-mais (merece um post exclusivo).

Fui buscar mais informações sobre ela e aí que me encantei de vez... Suas entrevistas mostram um ser humano do tipo que dá vontade de ter por perto. Alguém com sabedoria, sem afetação e muita sinceridade. Bom de ver, ouvir e aprender.

Nessa onda de ler, reler, ouvir e assistir Elizabeth Gilbert, eu descobri uma coisa: (a própria Liz não sabe, mas...) ela é uma graaande amiga minha. ;o)

21 de outubro de 2014

Devorando

Tenho o costume de ler livros diversos simultâneamente. A alternância acontece de acordo com o momento, o humor, o interesse, a necessidade.
Alguns livros passam muito tempo junto à pilha que vai se renovando. Outros tem passagem meteórica. Os preferidos retornam depois de um tempo.

Tem épocas em que leio desenfreadamente. Acabo um livro e já começo outro.
Daí vem uma calmaria, nada me empolga muito. Procuro e não encontro nada que seja realmente o que eu queira ler.
Desencano.
Aí me cai nas mãos um livro que me arrebata.

Foi assim com este:

Depois de uns meses sem mergulhar de cabeça em uma história, dei com “As Aventuras de Pi” de Yann Martel.

Não assisti ao filme (ainda).
Na época em que ele esteve em destaque simplesmente o registrei como um filme que quero ver, mas pouco li/ouvi sobre o enredo. Apenas soube que era sobre um garoto que naufragou e ficou à deriva com um tigre. Ponto.

Não sabia que havia um livro antes de haver o filme.
Não sabia que o livro tinha sido lido por milhões de pessoas.
Não sabia que era uma história real.


Simplesmente incrível.

Leio e não me contenho: vou contando trechos para o marido e para os filhotes.
Me fascino com a busca espiritual do garoto, com as informações sobre o comportamento dos animais selvagens, com a resistência de Pi ao mar, ao medo, à escassez.

Estou em alto mar, à deriva junto com Pi. Sinto sede e calor (é certo que com a ajuda desse tempo desértico que se abate sobre São Paulo).


Estou chegando ao fim já com um sentimento de apego à história.

Quando gosto muito de um livro fico com ele por perto mesmo depois de terminá-lo. Às vezes folheio suas páginas, retorno a alguns trechos. Este vou ter que desapegar (por enquanto) pois é de uma biblioteca.

Enquanto não tenho o meu próprio volume, coloco este aqui na minha estante virtual e o recomendo fortemente a quem ainda não o leu.

22 de maio de 2014

Das leituras


Budismo, Mitologia Grega, Osho, Judy Moody... e muito mais.
As leituras que se espalham pela casa, compartilhadas ou autônomas.

24 de setembro de 2013

Vinicius no parque


Outro dia fui ao parque e encontrei Vinicius; ele veio comigo pra casa:

 
Vinicius de Moraes, Obra Poética em um volume.
Edição de 1968.


O livro é lindo, cheio de anos: velhinho, capa dura meio roida, páginas fininhas e amareladas, texto intacto.

Junte a esta belezura toda o fato de ter sido uma edição como esta que há muitos anos me fez cair de amores pelo poetinha. Ô felicidade!



A-do-ro prateleiras de livros para troca/empréstimo em parques.
É uma espécie de sebo a céu aberto.


...

E com a licença do poeta, vou me gabar de um “elogio” que recebi da filha.

Mãe, preciso de algumas poesias de animais.
 Eu logo pensei na clássica Arca de Noé.
Não, mãe. Quero as suas, as dos passarinhos.
!!!
E lá foi ela para a escola com os meus poeminhas do calendário. :o))) 

12 de junho de 2013

Para mulheres de verdade – parte 2



Continuando o post de ontem, falo agora do livro de Sheryl Sandberg, “Faça Acontecer – mulheres, trabalho e a vontade de liderar”. Visualmente o oposto de Succulent Wild Woman, mas na minha opnião um complementa o outro com seus conteúdos.

Sheryl é Gerente de Operações do Facebook, e trata especificamente do ambiente profissional, de carreira, de grandes empresas.
Nada a ver comigo. Tão nada a ver que eu dificilmente o compraria. Ganhei do marido (que anda de olho nas minhas aprontações), presente de dia das mães.

Olhei meio torto para a capa... folheei... li as orelhas... “Pode trocar se não gostar.” – disse o marido (e pensei eu). Aí comecei a ler o prefácio, que na edição brasileira é de Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza). Pronto. Não parei mais.

Realmente estou gostando MUITO. Digo gostando porque ainda não terminei de ler. (E vale indicar livro que ainda não foi completamente lido? Quando é bom, vale. Mesmo que o resto do livro não seja tão bom assim, até aqui está valendo.)

A cada trecho me identifico com inúmeras questões. É realmente interessante ouvir o que tem para dizer uma mulher tida como uma das mais poderosas da atualidade. Conhecer suas experiências, inseguranças e visualizar em seus exemplos as sabotagens que nós mesmas nos impomos (inconscientemente muitas vezes).


Para mim esta sendo realmente inspirador (e às vezes consolador, tipo “pensei que fosse só eu que pensasse/agisse assim...”). Por isso recomendo. Não se deixe (como eu) assustar pela cara “ empresarial” do livro. O que Sheryl fala diz respeito a nós mulheres, ao nosso posicionamento no mundo e pode nos ajudar em vários aspectos – mesmo que não ambicionemos um cargo de liderança numa ultra-mega empresa.

11 de junho de 2013

Para mulheres de verdade – parte 1

Li recentemente 2 livros que tenho tido vontade de recomendar a várias mulheres com quem converso. Os motivos são vários, mas o principal: simplesmente por serem mulheres.

Sinceramente, acho que são livros que podem fazer bem a toda e qualquer mulher interessada em desenvolver-se pessoal, emocional ou profissionalmente.

Apesar de terem abordagens e apresentações diferentes, apesar de serem escritos por mulheres com perfis bem distintos, ambos falam abertamente sobre diversos tabus do universo feminino e nos convidam a refletir sobre eles – e mudá-los.

Ambos me fazem borbulhar por dentro enquanto os leio.

Em ambos me identifiquei com diversas situações descritas e imagino que muitas mulheres sentirão o mesmo. Por isso... mulheres, recomendo muitíssimo.

Hoje vou falar de um deles (amanhã postarei sobre o outro).

...


Succulent Wild Woman, by Sark

Este livro já até apareceu por aqui, nesta foto (em meio aos livros das crianças, em uma manhã de leitura logo cedo na cama ensolarada).

Uma de-lí-cia de livro.
Fora do padrão, suculento já no nome, este livro é totalmente diagramado à mão, cheio de pequenas ilustrações espalhadas pelo texto. Nas palavras da autora: é meio como que ler seu (dela) diário pessoal.

Sark fala sobre diversos assuntos, compartilha suas próprias experiências, dá várias indicações de livros e sugestões para viver uma vida mais rica (em todos os sentidos) e criativa.

Divertido como o texto, o layout do livro convida a participar da brincadeira – difícil ler e não sentir vontade de grifar/pintar/escrever/desenhar nele.


Obs: procurei, mas não encontrei a versão em português. Parece que por enquanto só em inglês.

Para saber mais sobre a autora, visite o site: Planet Sark


...

Amanhã é a vez do outro livro (em português).