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2 de setembro de 2016

Registro de uma performance



Mudanças.
Acontecem dentro, borbulham, explodem.

Fiz esta figura de argila há anos. Na época ela simbolizou fortemente uma sensação interna de espera. Espera pelo que viria, espera pelo que aconteceria lá no futuro.

Aconteceram muitas coisas desde então. Segui trabalhando, me tornei mãe, parei de trabalhar (mas não de criar), estudei, aprendi, ultrapassei meus limites por não conhecê-los claramente... quase implodi.

Ano passado, olhando para minha estatueta achei que seria importante libertá-la.
Libertá-la desta posição de passividade, de espera.
Minha intenção era que ela se pulverizasse levando junto consigo meus medos e apegos.

Soltei-a do alto sem dó nem raiva. Simplesmente a deixei ir.
Uma metáfora concreta das minhas intenções de desapego.
Desapego dos meus medos, das minhas ilusões, das minhas inseguranças...
Uma ação consciente, tranquila e cheia de significados.





Bom seria se fosse assim fácil me desapegar de tudo isso.
Esta ação é somente parte do processo, mas estou caminhando.

Às vezes dói, às vezes surgem dúvidas, mas até agora tem sido libertador, apesar da dor.
Sigo aprendendo a escolher o amor.
Sigo em frente.

E as mudanças internas e externas continuam...

15 de junho de 2016

13 de junho de 2016

Ilustrando

A vontade de ilustrar anda forte.
No fim de semana precisei desenhar as palavras que li.


Do primeiro encontro de Liz Gilbert com o xamã Ketut Liyer, do livro "Comer, rezar, amar" -- livro que estou relendo no "repeat". Acabo e volto pro começo, retomo trechos e leio de novo... Que bom tê-lo em mãos!

25 de setembro de 2014

Feira

 
Ir à feira é daquelas coisas que me alimentam a alma.

Me divirto ouvindo as brincadeiras dos feirantes, negocio o valor da frutas mais caras, ganho brindes do verdureiro por ser freguesa cativa (1 maço de cheiro verde, 1 repolho roxo...),

Me perguntam como vão as crianças e dizem “lembra quando você vinha com eles amarrados no pano?” (época em que minha coluna aguentava um bebê de 10kg no sling por hoooras.).

Escuto trechos de conversas entre compadres contando a vida um para o outro; a senhora reclamando que a laranja aumenta a sua diabete; os casais mais idosos andando devagar, um ajudando o outro; o feirante perguntando para a freguesa estrangeira como é que se diz “verduras frescas” (fresh vegetables, ela diz).

Vou andando, escolhendo legumes e verduras enquanto rio sozinha.

Semana passada fiz feira debaixo de chuva. Vesti minha jaqueta impermeável e lá fui eu feliz da vida. Faz bem andar na chuva – e ir à feira também.


17 de setembro de 2014

Mini Kailash

24 de março de 2014

Instalações aéreas


Pai + filhote.

:o)

29 de novembro de 2013

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

***

30 de outubro de 2013

Olhar





Uma folha impressa na calçada.
Florzinhas prensadas no livro.
O olhar se fixa, a alma sorri.  

3 de maio de 2013

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

***


24 de abril de 2013

Dos pássaros que vejo da janela

 

Ouvi um canto diferente e fui olhar.
Vi dois pássaros grandes que não conhecia.

Busquei no Guia de Campo “Aves da Grande São Paulo”(de Pedro F. Develey) e acho que encontrei: da minha janela vi 2 pica-paus-do-campo.







Pica-pau do-campo em cima do prédio vizinho
Foto: Alê “Passaróloga”

...

"E daí?", alguém pode pensar.
Daí que sempre fico contente com essas visitas inesperadas. :o)

É como se a cidade tivesse mais belezas e menos problemas.


 

18 de março de 2013

Cof! Cof!

Fffffffff... (tirando a poeira)

...e colocando um pouco de cor.


;o)


 

19 de dezembro de 2011

alfinete

Alfinete

1 de dezembro de 2011

Respiro

Indo para a escola hoje, inesperadamente, a programação da manhã mudou.
Algumas reclamações, um certo cansaço das crianças (e meu) e um dia bonito lá fora.

-- Então vamos respirar? – propus.

Eles não entenderam.
Acharam que “respirar” era a minha orientação de sempre para os momentos de dor, cansaço, impaciência, discussões. “Respirem fundo!”, costumo dizer.

-- Ah, nãââo...!
E eu:
-- Não. Não é para respirar aqui, dentro do carro. Vamos respirar em outro lugar?

Na hora os 2 filhotes propuseram irmos ao mesmo lugar que eu já estava pensando.
E fomos.



Árvores, areia, balanço... Tomaram o lanche (da escola) em cima da casinha de madeira. Brincaram a manhã toda e ainda vimos uma chuva de sementes levadas pelo vento. Trouxemos várias delas para casa.

Respiramos.

25 de outubro de 2011

Começo