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15 de setembro de 2014

Ipês





  
Eles estão por aí. É época de florescerem.
Olhe pro alto. E para baixo... por que não bastasse embelezar o ar, embelezam o chão também!



4 de abril de 2014

* this moment *

 Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words -
capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment.
A moment I want to pause, savor and remember."


***


19 de março de 2014

Abacateiro II

De vez em quando passamos para visitar o abacateiro. (Lembra? Aqueeele que vivia na nossa minúscula varanda?)
Às vezes o mato está alto e não dá para avistá-lo, mas quando a praça é limpa... Olha lá ele!




Crescendo, junto com diversas outras mudas plantadas na mesma época por um senhor do bairro.

13 de setembro de 2013

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

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26 de agosto de 2013

Ipê

Fugaz, adoro essa palavra. 
Gosto do som, da grafia e (às vezes) do significado.
Assim é o Ipê. Fugaz.
De repente explode em flores de tirar o fôlego. Uns dias depois estão todas elas no chão.
Para ver de novo, só daí há um ano.

Estes dias temos visto os Ipês Amarelos pela cidade. Iluminados!
Tem Ipês de todos os tamanhos, grandes, médios e pequenos.
As árvores grandes são lindas, mas as pequenas me deixam mais alegre.

 
Este filhotinho de Ipê floresceu sem medo de ser feliz.
Um tico de árvore que se encheu de flor.

Nas palavras do meu filho:
— Parece que ele pensou: vou dar flor pra ficar bonito e PUF! Se encheu de flores.

Tudo bem que ele levou um ano para isso, mas... PUF!
Vicejou!
Afinal, essa é a meta: vicejar (outra palavra legal esta).

Meta dos Ipês, meta nossa.

13 de agosto de 2013

Entrega



Entrega é a palavra que mais me vem a cabeça esses dias.
Entrega x desistência, uma diferença sutil.
Entrega com a confiaça de que tudo está certo do jeito que é. É nessa que eu penso.

E correndo o risco de citar erroneamente (já que nessa internet não dá para ter certeza de nada), colo aqui algumas definições que vão na direção do que eu busco.

"A primeira coisa a lembrar sobre a entrega é: você não pode fazê-la; a entrega não é um fazer. Você pode evitar o seu acontecimento, mas você não pode fazer com que ela ocorra. (...) A entrega não é um ato, mas uma compreensão." Osho, The Heart Sutra. Daqui.

"A vida é conhecida somente quando você começa a se entregar. Então, você para de lutar e começa a desfrutar."
Osho, Osho Todos os Dias - 365 Meditações Diárias. Daqui.

9 de agosto de 2013

*this moment*

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

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25 de junho de 2013

Colorina



Outro dia, chega a filha feliz da vida da escola:
— Mãe! Trouxe um livro da biblioteca que acho que você vai gostar! Não. Eu sei que você vai gostar. Tem árvore e é MUITO legal.

E era.
O livro: Colorina, a árvore da vida, de Nye Ribeiro (Editora Roda & Cia).

Apesar do meu lado “natureza”, não costumo gostar de livros infantis com mensagens de ecologia muito declaradas. Eles acabam sendo bem eco-chatinhos. Os pequenos daqui seguem esse mesmo gosto e nem ligam muito para a história quando um desses cai nas mãos deles.
Mas esse nos cativou.


Tem ilustrações divertidas, bonitas e cheias de detalhes. O texto é gostoso e vai nos levando com o vento até o colo da árvore.
O colo da árvore é um aconchego só, todo mundo quis se sentar no colo dela – nossa parte preferida do livro.



Bom de ler à sombra das árvores. ;o)

24 de junho de 2013

Flores de inverno


Dois invernos atrás, ao sairmos para um passeio, L. (então com 5 anos), me aparece com uma cesta vazia nas mão.

– Por que você vai levar esta cesta vazia? – perguntei.
E ela:
– Vou pegar flores.

Tontamente, na hora me veio à cabeça uma daquelas imagens idealizadas de um campo lindo e florido (que por sinal nunca vi ao vivo). Já me sentindo meio triste com a provável decepção que a filha teria pensei: "Mas onde ela vai pegar flores?... Aqui (nessa cidade cinza, cheia de carros e fumaça) não tem flores para colher..."
E deixei a pergunta sair meio baixinho:
– Mas onde você vai achar flores por aqui?...

Ela não precisou responder.

Assim que saimos do prédio a menina já encheu sua cesta com as flores da árvore mais próxima: uma Pata-de-Vaca com flores brancas que lembram uma orquídea.
Mais adiante, uma outra Pata-de-Vaca, só que com flores rosadas.

No caminho, paramos o carro para pegar flores de um ipê amarelo imenso em frente a uma praça.
Na calçada dos meus pais, pegamos alguns ibiscos em botão, vermelhos.
No quintal deles, ela pegou mais umas florezinhas amarelas, que não sei o nome.

Branco, rosa, vermelho, amarelo... e uma cesta cheinha de flores. :o)

"Mas onde você vai achar flores por aqui?..."
Ha!
Tinha me esquecido completamente das árvores que sempre olhamos pelo caminho.

...

Às vezes está lá.
Nós enxergamos, olhamos... e não vemos.

Ainda bem que de vez em quando alguém nos mostra. :o)


10 de maio de 2013

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single  Two photos - no words - capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

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11 de setembro de 2012

Amoras no pé, amoras na mão


As amoreiras espalhadas pela cidade estão carregadas.
No domingo encontramos uma e as crianças se lambuzaram. Mancharam mãos, boca e sapatos (o chão estava cheio!).
Não dava nem tempo de juntar algumas e já tinha alguém mastigando.
Ontem, eu encontrei uma outra amoreira carregada (aí sim pude comer um pouco).


A única vez que comprei amoras foi uma decepção. Não tinham nem metade do sabor das que dão por aí, de graça.
(Comprar amoras, aliás, causou estranhamento por aqui: “amora veeende, mãe?!?!”)

...

A condição das amoreiras “for free” é a seguinte: as maiores, as mais escuras e doces ficam no alto -- são dos pássaros. O resto é de quem passa.:o)

3 de setembro de 2012

Abacateiro

Na nossa minúscula varanda já nasceu de tudo: tomate, manjericão, maracujá, hortelã, cenoura, ipê amarelo, pata-de-vaca, palmeira, girassol... Algumas foram semeadas, outras brotaram sozinhas. Elas crescem, algumas são colhidas, outras morrem e daí já vem outra.

A minha planta preferida era este pé de abacate.


Ele estava grandinho, já com cara de arvorezinha... mas de um tempo pra cá as folhas começaram a ficar feias, ele estava ficando triste. Precisava de espaço.

No fim de semana demos espaço a ele: levamos o abacateiro até uma praça e o plantamos num lugar onde possa crescer tranquilo.

Cada um ajudou um pouco (cavar um buraco não é fácil...).




E ele ficou assim:


Feliz da vida. :o)

Update: Abacateiro II (2014)

...

Agora temos espaço aqui pra fazer brotar mais algumas mudas.

21 de novembro de 2011

São Paulo e árvores


Minha cidade é verde. Apesar do cinza.
Tem sol através das folhas. Apesar da fumaça.
Tem som de passarinhos. Apesar do caos sonoro.
Tem raízes. Apesar do asfalto.


E é esse aspecto da cidade que busco para me equilibrar.

Até bem pouco tempo, eu pensava que estar perto de árvores me fazia bem apenas por gostar desse contato com a Natureza. Aos poucos vou percebendo que não é só isso.
Me dei conta, dia desses, da importância emocional que as árvores têm para mim.
Preciso das árvores para viver mentalmente bem. Busco as árvores, quero estar perto delas.

Árvores me restauram, me acalmam. Principalmente as grandes, altas, com troncos robustos, sinuosos e cheios de galhos.

Tão simples, tão óbvio. Mesmo assim, só agora enxergo isso.



18 de novembro de 2011

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week.
A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."
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