8 de outubro de 2013

Corantes, conservantes... e as exceções


Na medida do possível procuro evitar produtos industrializados na nossa alimentação. Longe de ter o cardápio ideal, acho que consigo manter uma alimentação bem aceitável para o meu padrão nutricional semi-radical.

Por aqui passam muitos legumes, verduras e frutas (não-orgânico, mas...). Carnes também.
Os doces são eventuais. Chocolate de vez em quando. Refrigerantes ficam para os dias de festa fora de casa (e dou viva! quando eles vem com o copo: "mãe, não quero mais. Tem água?").
Enfim, tem porcaria; mas não tem.

Muitas vezes deixo de comprar coisas simples como calda de chocolate para sorvete só porque leio o rótulo.
Olho lá e está cheio de corante, conservante, acidulante...
Não dá... o tanto de “ante” que tem nessas coisas me assusta.
Então eu conto para as crianças que não consegui comprar e digo porquê.
Elas entendem, mas falam que vão comprar a calda com o dinheiro do cofrinho. :oP

...

Aí vem o aniversário do filho e ele pede um bolo de chocolate representando o fundo do mar. E lá vou eu comprar açúcar AZUL (por sugestão dele) para polvilhar sobre o bolo.
Nessas ocasiões abstraio, não olho o rótulo e va’mbora.

Ele fica feliz e eu faço de conta que não vejo os corantes, conservantes e afins -- e fico feliz também.