23 de junho de 2016

The book is on the table


Uma forma divertida de estudar inglês. ;o)
Enquanto eu cozinhava íamos brincando.
O moleque fez mímicas dos verbos e depois escreveu uma lista de animais na lousa.
E rimos. :o)

Porque tem horas que a gente acerta no desafio de fazer uma criança cheia de energia estudar brincando.
Ufa!

20 de junho de 2016

Atente


Atentando aos sinais que a vida dá.
(alguns bem óbvios, bem sei...)

15 de junho de 2016

Gatinho de botas :o)))


13 de junho de 2016

Ilustrando

A vontade de ilustrar anda forte.
No fim de semana precisei desenhar as palavras que li.


Do primeiro encontro de Liz Gilbert com o xamã Ketut Liyer, do livro "Comer, rezar, amar" -- livro que estou relendo no "repeat". Acabo e volto pro começo, retomo trechos e leio de novo... Que bom tê-lo em mãos!

1 de junho de 2016

Instagram

Ops!

Consegui colocar uma galeria com as imagens do Instagram aí ao lado.
Convido quem passar por aqui a conhecer meu Mundo Ilustrado.
Serão 30 dias de desafio! Eu e um monte de gente cheia de ideias já embarcamos.

Vai lá!
Quem sabe você se inspira também e entra na brincadeira. :o)

Meus pios no Instagram! ;o)

31 de maio de 2016

30 ideias em 30 dias



Este é o desafio criativo proposto pela Rafa Cappai, do site Espaçonave.
#30ideias30dias
Embarquei e estou começando amanhã.

O meu tema será "Mundo Ilustrado".
Minha proposta é ilustrar sem riscar, sem pintar, sem desenhar.
Criar ilustrações com o que estiver à mão. Transformar uma coisa em outra através da imagem formada.

Para começar inspirando, ilustro este post com uma foto que fiz há quase um ano brincando com as flores caídas de um ipê-roxo que sempre me faz feliz ao florescer.

E o desafio dentro do desafio foi criar outro canal (ui!). Eu que não ando muito constante por aqui, agora tenho também um Instagram. As #30ideias30dias vão rolar por , mas virei dar notícias por aqui sempre que der.

Estou empolgada -- e com um friozinho na barriga...
Que a disciplina esteja comigo!


11 de maio de 2016

Deixando o Sol entrar

ou... lições de um jardim semi abandonado



No jardim quase abandonado, as plantas brotam naturalmente. Descontroladamente.
Brotam porque a vida não para.

Enroscadas, crescem como podem.
Em seu desequilíbrio apóiam-se umas nas outras. Frágeis suportes.
Desequilibram as que estão próximas. Fazem sombra, disputam espaço.
Crescem tortas, estreitas, torcidas, sem vigor, sem identidade.
Espicham-se para alcançar o sol. Sobrevivem.
Equilibram-se em seu desequilibro.


Um olhar distraído acha até bonito: tanto verde, tanta vida.
Um olhar mais atento enxerga um sistema fraco, doente, escuro, abafado.
Plantas tristes.
Não conseguem dar o melhor de si. Não vicejam, não deixam vicejar...
São todas inerentemente lindas, cheias de qualidades, cada uma possui características próprias e especiais. Mas nada disso aflora.

Aí vem o dia em que tudo muda.
Cortar, limpar, tirar, abrir espaço, deixar o sol entrar.
Ar!



Preparar-se para o novo.
Equilibrar.
E confiar.

Na manhã seguinte, o sol entrou.

2 de maio de 2016

Cuidado amoroso


Regar,
Cuidar,
Se enternecer.
E sorrir.

25 de abril de 2016

Oásis entre linhas


Mães e avós. Mulheres.
Mãos, desenhos, riscos, ideias.
Tecidos, linhas e agulhas.


Aprendizado compartilhado, distribuído e comemorado.
Duas horas por semana de pausa. Presença total no momento.


Um oásis nas entrelinhas do dia-a-dia.

18 de abril de 2016

Ovo





-- Mãe, de que bicho você acha que é esse ovo?

De olhar, imaginei que fosse de lagartixa (ah... O que mães e pais tem que saber...)
A certeza veio pela internet.

O descobridor do ninho de lagartixa foi o filhote, que com seu olhar de raio X identificou (sei lá como) algo diferente em uma fresta do concreto do estacionamento.
Olhou, observou, vasculhou e no dia seguinte, munido de uma caixinha de acessórios para pegar coisas inusitadas, acabou pescando de lá um ovinho.



Levou o ovo para casa e em um pote plástico colocou terra, folhas, tiras de jornal e um pouco de água. Cobriu com um tule e deixou em um canto da varanda.

-- Por que, água, filho?
-- O ninho de lagartixa tem que ser quente úmido, mãe. Eu pesquisei.

Santo Google que ensina até a fazer ninho de lagartixa.

Dias depois encontramos o ovinho quebrado (é ele aí na foto do início do post) e a lagartixinha escondida no meio das folhas... Êêê! Deu certo! (ufa...)


Ela ganhou um lar temporário, para que pudessemos observá-la melhor e, logo em seguida, assim que o menino distraiu, ela fugiu da caixa e sumiu pelos cantos a procura de bichinhos para comer.


...

Por aqui o interesse na vida animal continua o mesmo. Sempre que aparece uma oportunidade, estamos nós de olho. Planeta Terra ao vivo e sem cortes.

11 de abril de 2016

Amizade platônica



Nas férias de verão, buscando uma leitura gostosa para os momentos de areia, sal e mar, voltei a um livro lido 2 anos atrás: “A assinatura de todas as coisas”, de Elizabeth Gilbert.
Durante esta segunda leitura constatei que na primeira vez que o li, simplesmente devorei a história (ainda se usa estória?... Este livro é uma ficção).

Desta vez, sem a ansiedade de saber o que vem a seguir, pude saboreá-lo.
O livro é genial. Os personagens são saborosos, a história envolvente, as lições de vida naturalmente sábias. Recomendo fortemente sua leitura.

O que Elizabeth Gilbert escreve, seja ficção ou não, geralmente me toca.
“Comer, rezar, amar”, me arrebatou (parênteses para ignorar o filme, que considero decepcionante...); “Comprometida”, achei interessante, mas sem grande alarde; e “A assinatura de todas as coisas”, bom... acabo de registrar acima. Atualmente estou lendo "Grande Magia", seu livro mais recente... de-mais (merece um post exclusivo).

Fui buscar mais informações sobre ela e aí que me encantei de vez... Suas entrevistas mostram um ser humano do tipo que dá vontade de ter por perto. Alguém com sabedoria, sem afetação e muita sinceridade. Bom de ver, ouvir e aprender.

Nessa onda de ler, reler, ouvir e assistir Elizabeth Gilbert, eu descobri uma coisa: (a própria Liz não sabe, mas...) ela é uma graaande amiga minha. ;o)

8 de março de 2016

Mulher

Há 10 anos, no dia 8 de março, eu estava com um barrigão enorme.
Minha primeira barriga, minha primeira gestação.


Eu boiava (ou flutuava?) em uma névoa formada por vários sentimentos: espectativa, esperança, curtição do momento, ansiedade, alegria... Tudo isso inserido em um clima de calmaria que antecede as grandes mudanças. 

Lembro bem do silêncio interno. Inabalável. 
E foi bem aí, no meio deste silêncio, que em uma madrugada de gestante insone, me veio a inspiração para escrever esta oração. As palavras surgiram num fluxo constante, uma após a outra. Uma tomada de consciência dias antes do meu primeiro parto.

Tenho um carinho especial por esta oração. Ao lê-la me sinto forte -- e sempre me emociono. Ainda não sei bem como saiu tudo isso de dentro de mim. 
Também é algo surreal olhar para minha filha hoje em dia e pensar que ela já foi tão passarinha que coube dentro de mim. Milagres da vida. 

Sempre que tenho uma grávida próxima a mim, ofereço esta oração – que não é minha mas de todas as mulheres, sejam mães ou não, afinal todas criam, cuidam, gestam.

Por isso, no dia Internacional da Mulher, com o sagrado feminino despertando cada vez mais intensamente à nossa volta, ofereço esta oração a todas e todos que passarem por aqui. 

Uma oração que tanto pode ser para uma mulher prestes a dar a luz a um bebê, quanto a toda uma irmandade que aflora neste planetinha azul para trazer cada vez mais luz ao nosso mundo. 

ORAÇÃO PARA UMA BOA HORA 
Alê Passarim, março 2006 
Que no momento do parto as forças da natureza ajam através de mim. 
Que meu corpo ouça sua sabedoria inata. 
Que eu identifique e deixe aflorar com coragem e confiança, os instintos e sinais do meu corpo. 
Que o parto seja uma expressão natural do meu corpo, mente e espírito. 
Que eu libere toda a energia necessária para simplesmente parir e assim possibilite que o bebê faça sua passagem de forma tranquila e natural. 
Que deste parto nasça um novo e saudável ser; nasça também uma nova mulher. Ambos inteiros, plenos de si e conscientes da força inerente que possuem. 
Amém.

23 de setembro de 2015

Ostara - Deméter - Ceres

E então... é Primavera!
Os jacarandás estão roxamente floridos e os sábias alaranjadamente cantam pela cidade toda.

Em homenagem a esta nova fase pintei esta Ostara - Deméter - Ceres.
Todas representam este despertar da natureza, a renovação do ciclo, a abundância, a vida.

Feliz Estação Nova! :o)


(e eu com vontade de voltar.)

12 de fevereiro de 2015

Viver no presente

 
L., saiu com as amigas num fim de semana. Foram ao teatro comemorar o aniversário de uma delas.
A  mãe da aniversariante depois me enviou fotos da tarde gostosa.

Adoro sentir um pouco desses encontros através das imagens.
Ver as carinhas sapecas e risonhas dessa turminha de meninas de 8/9 anos.
Dá para "ouvir" o falatório incessante e empolgado.


Chamo a filha para ver as fotos.
Ela tranquilamente responde:

-- Eu já vivi esses momentos, mãe.

E continua na atividade em que estava.
Simples assim.

...
...
...

E eu aqui lendo Osho, Thich Nhat Hanh e tantos outros para conseguir estar no presente.

11 de fevereiro de 2015

INfinito


 
-- Mãe o céu é infinito mesmo?
-- Que eu saiba é, T.
-- Vai ver ele é infinito porque ainda não descobriram o fim dele.

9 de fevereiro de 2015

dia bom



Na minúscula varanda: um dos "bom dia(s)!" que recebi hoje.

:o)

6 de fevereiro de 2015

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words -
capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment.
A moment I want to pause, savor and remember."

***


5 de fevereiro de 2015

Para o meu pai


La Montanara

Là su per le montagne,
fra boschi e valli d'or,
tra l'aspre rupi echeggia
un cantico d'amor.
Là su per le montagne,
fra boschi e valli d'or,
tra l'aspre rupi echeggia
un cantico d'amor.

La montanara o-he
si sente cantare,
cantiam la montanara
e chi non la sa?
La montanara o-he
si sente cantare,
cantiam la montanara
e chi non la sa?

La montanara o-he
si sente cantare,
cantiam la montanara
e chi non la sa?
La montanara o-he
si sente cantare,
cantiam la montanara
e chi non la sa?

Là su sui monti
dai rivi d'argento,
una capanna cosparsa di fiori.
Era la piccola
dolce dimora
di Soreghina
la figlia del sol.

La figlia del sol.

4 de fevereiro de 2015

Há 10 anos...

Para iniciar 2015 por aqui e em homenagem a Iemanjá (festejada no dia 02 de fevereiro), fui buscar esta foto.

Um quadrado que fiz em contribuição ao projeto Tsunami Quilt.



Iemanjá sob o céu estrelado.
À direita, o Cruzeiro do Sul e à esquerda, abaixo da lua, as Três Marias.

Aqui ela aparece numa foto postada pela organizadora, costurada (à direita) em meio a outros quadrados do mundo todo:




...

Assustei ao ver que isso foi há 10 (deeez!) anos!
Muitas águas passaram...

30 de janeiro de 2015

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:

"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words -
capturing a moment from the week. 
A simple, special, extraordinary moment.
A moment I want to pause, savor and remember."

***




10 de dezembro de 2014

Lua


Dos presentes que o mundo nos dá. 

9 de dezembro de 2014

Lavanda





Quando algo floresce, o entorno se ilumina.

Mas é preciso saber ver.

E agradecer.